QUEM SOMOS NÓS

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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Campanha pela redução da jornada de trabalho no RJ

TODOS AOS COMITÊS DE LUTA PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO!

O presente texto é uma versão revisada e atualizada do originalmente publicado no Jornal Hora de Lutar nº17, de Junho de 2010.

Passamos por um momento de divisão generalizada do movimento operário no Brasil. Há uma tendência por parte de cada corrente do movimento de criar o seu próprio aparato sindical, como a Conlutas, a Intersindical, a CTB, a CGTB e mais recentemente o fracassado CONCLAT, convocado majoritariamente pelo PSTU, e que terminou rachado. Esse tipo de iniciativa divisionista só vem diminuindo a força da classe operária e abandonando a disputa da consciência de milhões de trabalhadores sindicalizados pela CUT e com referência nesta, e como conseqüência deixando a maior parcela da classe sob a direção pelega e traidora das variadas correntes do PT, principalmente a Articulação. Por isso, nesse momento qualquer iniciativa que possa unificar os trabalhados de diferentes setores deve ser incentivada e apoiada.

Neste sentido, o Coletivo Lenin, organização que tem por maior objetivo a construção de um Partido Revolucionário dos Trabalhadores, composto por maioria de negros e mulheres e que seja capaz de impulsionar a classe trabalhadora na sua luta revolucionária por uma sociedade radicalmente melhor, uma sociedade socialista, chama a todos os militantes e ativistas classistas a participarem da construção da Campanha Pelas 30h Semanais de Trabalho, cujo objetivo é construir comitês por local de trabalho que organizem os trabalhadores em luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários.

Entendemos que esta é uma luta que unifica os trabalhadores regulares, terceirizados, informais e desempregados contra a exploração capitalista. Além disso, tal luta também compreende a abertura de mais postos de trabalho, sendo um questionamento direto à ditadura do capital sobre o trabalho, que depende da existência de uma enorme massa de desempregados como forma de forçar os demais trabalhadores a aceitarem baixos salários e más condições de trabalho, o chamado exército industrial de reserva. Tal campanha, portanto, é imprescindível para quebrar as barreiras entre os trabalhadores do movimento sindical e do movimento popular, que organiza largamente os setores super-explorados da classe (os negros e as mulheres).

Para nós tal campanha deve aglutinar ativistas e correntes do movimento de forma independente à filiação às centrais sindicais, através da criação dos comitês de base por locais de trabalho ou moradia. Ao mesmo tempo, coloca-se em xeque a campanha fantasma da CUT pela redução para 40h, que só vem acontecendo através de outdoors e notas de rodapé, e que é puxada pela Articulação e Democracia Socialista (DS), correntes que compõem o governo de conciliação de classe do PT e que dirigem o país.

Nós do Coletivo Lenin saudamos a iniciativa dos companheiros do Pró-CTC (Coletivo dos Trabalhadores Conselhistas) em lançar tal campanha chamamos outras organizações, como LER-QI, LSR, PCR, PCB, PSTU, demais correntes do PSOL e etc. a participarem da organização da campanha e também a chamarem pela criação de comitês de base nos lugares onde atuam. E uma vez formados esses comitês por local de trabalho e moradia, os mesmos deverão ir muito além da luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, eles deverão se transformar no instrumento organizador das diversas lutas dos trabalhadores, de forma direta e democrática.

- Pela unificação da luta dos trabalhadores regulares, terceirizados, informais e desempregados na campanha pelas 30h de jornada de trabalho, através da organização dos comitês de base por local de trabalho e moradia!
- Pela redução progressiva da jornada de trabalho até acabar o desemprego!
- Pela reunificação das centrais sindicais em uma única entidade democrática e classista como forma de avançar na disputa da consciência da classe trabalhadora!
- Pela construção do Partido Revolucionário dos Trabalhadores como instrumento capaz de impulsionar a luta pela revolução socialista no Brasil! Pela construção de um novo Partido Mundial da Revolução Socialista, como foram a III e a IV Internacionais até suas degenerações!

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Plínio/PSOL defende uma "revolução democrática" institucionalista e reformista

Candidadto do PSOL à presidência, Plínio mostra a que veio e defende uma "revolução democrática". Mas tal "revolução" sequer é a mesma defendida por stalinistas e demais etapistas como necessária para "lanças bases à luta pelo socialismo", mas sim uma variação à direita do velho "Programa Popular e Democrático" do PT, na qual sequer é defendida uma reforma agrária radical, apenas uma "limitação da propriedade" no campo, que na prática significará dispersão das forças produtivas agrícolas do país.
E para Plínio, nada de trabalhadores no poder, apenas maioria no Congresso já é suficiente...

Confira:


Para essa e outras pérolas do reformismo vejam a entrevista completa no portal online da Rede Rercord R7:
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/assista-a-sabatina-de-plinio-arruda-sampaio-20100727.html
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