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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Bancários: Greve contra o Governo de Lula e dos banqueiros!

Mais uma vez, os bancos choram miséria nas negociações. Por causa da nova forma de negociação (um tema por dia), as discussões se arrastaram por todo o mês, sem conseguir nada. Por isso, nesse momento a greve é tão importante.
O índice de 10%, que a direção da CONTRAF propôs não consegue empolgar ninguém pra fazer greve. Precisamos exigir, junto com o índice, outros temas importantes, que darão segurança à categoria. Para a greve ser vitoriosa, temos que mobilizar muito mais que somente os funcionários dos bancos públicos. Temos que exigir, nas negociações, a ESTABILIDADE para os funcionários de bancos privados, com a INCORPORAÇÃO DOS TERCEIRIZADOS AOS BANCOS onde trabalham.
Também precisamos garantir que esta greve – e as futuras – não se transforme num jogo de cartas marcadas, como têm sido. A direção da maioria dos sindicatos (PT, PC do B e PSOL) garante que as lutas não saiam dos limites legais, mantendo os “setores essenciais” dos bancos. Assim, mesmo uma greve longa tem pouco efeito. Esses partidos fogem da raia porque uma greve radicalizada ameaçaria o registro legal deles (e os seus governos de colaboração com os banqueiros, como o de Lula).
Já a Oposição/PSTU, se resume a criticar o índice e a Mesa Única, sem ter um programa e formas de luta realmente diferentes. Separar as mesas só vai dividir os bancários, permitindo que aconteçam reajustes diferenciados, como foi no governo FHC (reajuste zero no BB e na Caixa).
Então, temos que criar na CUT e no sindicato outra oposição –
comunista – ou seja, comprometida com a luta de classes até as últimas conseqüências. Que organize os terceirizados (que são, na grande maioria, mulheres e negros), que é a única maneira de PARAR de verdade os bancos.
Sem uma luta contra a raiz dos problemas, a situação dos trabalhadores nunca vai mudar. Por isso, temos que combinar a luta salarial com medidas que vão contra a lógica do capitalismo (como incorporar a PLR no salário, exigir os mesmos direitos trabalhistas pros terceirizados, criar organizações por local de trabalho nos bancos privados etc).
Dessa forma, é possível mostrar que a solução para os problemas que os trabalhadores enfrentam passa pela criação de um partido revolucionário, com maioria de mulheres e negros, para lutar por um governo direto dos trabalhadores, que avance até o socialismo.

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