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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Queremos vida digna! (TR)

Queremos vida digna!!!

                                                                       por Luís Carlos de Oliveira

A situação da economia brasileira vai de mal a pior. O desemprego já está na casa dos 8%; os juros seguem subindo, já na casa dos 13,75% rumo aos 14; a inflação está a galope, em 8%, superando bastante o teto da meta do governo. Os dados são alarmantes.

Todo esse cenário de recessão é temerário à classe trabalhadora e a prejudica em muito. A crise chegou em terras tupiniquins e quem paga o preço é o lado mais frágil da luta de classes, a camada trabalhadora e mais pobre da população.

O cidadão no Brasil trabalha a vida toda, se esfola de pagar tributos ao governo; é sugado pelos juros escorchantes dos banqueiros e quase nunca morre em paz, numa situação econômica estável ou minimamente confortável.

Resultado de imagem para imagens favelas do rio de janeiroAgora vem o governo do PT e anuncia o propalado ajuste fiscal, pra cobrar a conta da crise justamente de quem mais deveria estar sendo assistido pelo governo, justamente de quem mais está sendo penalizado pela situação crítica da economia.

Se por alguns anos, no mandato de Luís Inácio, a população pobre teve algum acesso a consumo, ainda sim continuou sem saúde, sem moradia, sem terra, etc. Não é de quinquilharias que se faz a vida de uma pessoa. O sujeito pra viver tem que pagar aluguel, pagar conta de água e energia, gás, IPTU, tem que se locomover pra ir e voltar do trabalho, etc.

Os aluguéis estão caríssimos; em muitas famílias mais de um de um membro se encontra desempregado, de modo que os orçamentos familiares muitas vezes não são suficientes para cobrir todos os gastos. Ainda tem gente passando fome no Brasil. E, por mais que o governo jure de pé junto que não, é essa a dura realidade nos bairros pobres das grandes cidades, nas favelas, no sertão e no interior do país.

Em meio a essa situação, não nos rendemos à conversa mole dos governistas que querem justificar o injustificável. Não podemos! Exigimos salário decente e trabalho pra todos. Exigimos o fim do pagamento da dívida; exigimos a imediata implementação do imposto progressivo!

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