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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BB prepara golpe sobre a jornada de 6 horas no próximo dia 28/01! (coletivo Bancários de Base)


Esse panfleto é uma versão modificada no distribuído no dia 23/01 pelo delegado sindical Rodrigo Silva (PSO/Rio Norte/RJ). No dia 25/01, sexta, o Coletivo Bancários de Base (SP) assinou o panfleto, que a partir de agora vem em nome do coletivo e está sendo distribuído também em São Paulo.


"Tradução" da reunião do dia 22/01 sobre a jornada de 6 horas

Dia 22/01 foi a reunião da Comissão de Empresa com a direção do BB. O banco não mostrou a proposta que vai ser implantada já na segunda-feira (28/01)! Só deu um esboço, com várias premissas, da forma mais confusa.

É lógico que, se a proposta tivesse alguma coisa boa, o banco já estaria usando todos os meios de comunicação corporativa pra fazer alarde. E a Comissão de Empresa, que tem o rabo preso com o governo, por ser formada na quase totalidade por sindicalistas do PT e do PCdoB, falou que vai se reunir novamente na segunda-feira (com o fato consumado), e só então tomar alguma atitude.

Pelas premissas que o banco apresentou,o mais provável é o seguinte:

- todas as comissões atuais vão ser extintas. O objetivo é impedir qualquer reclamação por redução de salário (como diz a notícia da CONTRAF, "o banco reafirmou que não vai negociar a jornada de trabalho do plano e das funções")
- as dotações não vão ser alteradas. Ou seja, vão ser criadas novas comissões, que serão distribuídas entre as dependências (pode ser que nem existam os dois tipos das novas comissões em todas as dependências)
- as pessoas vão ter que escolher "voluntariamente" (= pressão), o que quer dizer que alguns, muito provavelmente, vão ter que engolir uma comissão que não querem, inclusive com redução de salário, no caso da de seis horas.

IMPORTANTE: ninguém falou se vai ou não haver trava para todo mundo que pegar as novas comissões.

Onde está o pulo do gato? Em nenhum momento o banco falou o que mais importa: qual vai ser a redução salarial para a comissão de seis horas.

A posição dos setores de oposição (FNOB e MNOB) é clara: a jornada de 6 horas é um direito, que o banco não está respeitando. As comissões têm que ter a jornada reduzida sem redução de salário, e as duas horas extras devem ser pagas, inclusive as retroativas, com o adicional devido!

Como dá pra ver, a Comissão de Empresa não está fazendo nada. Então, precisamos fazer toda a pressão possível para os sindicatos exigirem esclarecimentos do banco e marcarem assembleias o mais rápido possível (no máxima na segunda-feira), para debater o que vamos fazer.

Nas agências e prédios, devemos criar grupos de funcionários, para organizar a resistência contra a pressão do banco, que vai tentar forçar todos os comissionados a aceitarem as novas comissões.
    

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