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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Bancários: NADA DE GREVE DE FACHADA!


Como poderemos impedir que se repita a mesma coisa dos últimos anos?


Quer dizer, os sindicatos arrastam as negociações pra começar a greve bem depois da data-base. Com isso, podem oferecer qualquer coisa que apareça na negociação como se fosse a última proposta, "pegar ou largar", e obrigam a categoria, que já está cansada a essa altura, a encerrar a greve.

Além disso, não se fez nada pelas reivindicações do terceirizados, que são grande parte dos trabalhadores do ramo financeiro e têm uma importância fundamental para parar os bancos.
O nosso único recurso imediato é fortalecer a greve.

Mas como?

Cada vez mais, os bancos tentam esvaziar o potencial da greve, mandando os funcionários trabalharem internamente com a agência fechada. No setor privado, isso já é comum. Agora, o BB e a CEF estão estimulando que os gerentes façam a mesma coisa.

Se isso virar rotina, as greves não vão ter efeito nenhum. Precisamos convencer todos os colegas de trabalho a fazerem greve, sem concessões. Quanto mais se aceita a pressão, mas se é pressionado. É impossível todo mundo ser descomissionado se a greve for forte.

Além disso, estamos em uma situação em que há várias greves e campanhas salariais de categorias que têm o governo como patrão (por exemplo, Correios e Petroleiros). Para nos fortalecer contra o inimigo comum, devemos decidir em assembleia unificar as campanhas salariais.

Mas é claro que as direções dos sindicatos (PT e PC do B) não vão querer levar as lutas até o final. A unificação das campanhas salariais só pode ser conquistada contra a vontade delas. Eles estão nos governos, e querem preservá-los mais do que defender os trabalhadores.

E esse fato mostra que é preciso construir oposições classistas na base de todas as centrais sindicais, unindo efetivos e terceirizados para avançar na luta.



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