QUEM SOMOS NÓS

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Somos uma organização marxista revolucionária. Procuramos intervir nas lutas de classes com um programa anticapitalista, com o objetivo de criar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a seção brasileira de uma nova Internacional Revolucionária. Só com um partido revolucionário, composto em sua maioria por mulheres e negros, é possível lutar pelo governo direto dos trabalhadores, como forma de abrir caminho até o socialismo.

sábado, 3 de setembro de 2011

Grito dos excluídos: Criar um bloco de oposição classista ao governo!

O ato do Grito dos Excluídos desse ano vai mostrar uma coisa: a unidade entre os movimentos populares está avançando! Isso acontece por causa da série de ataques às moradias e direitos dos trablhadores, na prepaação para as Olimpíadas e Copa do Mundo. 

    Várias comunidades estão sendo removidas. O tráfico não acabou e a violência policial aumentou com as UPPs. E quem mais sofre são os mais pobres, na grande maioria mulheres e negros.

    No ato recente sobre a Copa, a FIST (Frente Internacionalista dos Sem-Tetos), a RECC (Rede de Estudantes Classistas e Combativos), o Coletivo Alexandra Kollontai e os professores acampados em greve foram à frente das lutas. Enquanto a esquerda oficial (PT, PC do B, PSOL, PSTU) recuou, nós conseguimos desafiar a ameaça de repressão policial.

    No Grito dos Excluídos não tem que ser diferente! Mais uma vez, temos que desafiar os setores que querem conciliar com o governo, e transformar o ato numa campanha por pequenas reformas. É o caso das direções da CUT e do MST (mas não de todos os seus integrantes), do PC do B e do PT.

    Desde 1992, quando os atos do Grito dos Excluídos foram criados, por setores de esquerda da Igreja Católica e pelos movimentos populares, para protestar contra os 500 anos de colonização nas Américas, existe essa contradição. 

    De um lado, movimentos que usam o Grito para expressar as suas lutas e reivindicações. Do outro, setores que defendem um "projeto popular" de sociedade, dentro do capitalismo (nós falamos sobre isso em nosso panfleto Porque o Brasil NÃO precisa de um projeto popular, e sim da luta pela revolução socialista). 

    A história mostrou que o capitalismo nunca foi destruído por reformas nem por governos eleitos. Por isso, a nossa tarefa é politizar o Grito dos Excluídos, denunciando o capitalismo e o governo do PT com os empresários, que administra o capitalismo no Brasil! 
 
    Então, a nossa proposta às outras organizações e movimentos sociais que concordem com a gente é criar um bloco de oposição classista ao governo, que faça uma agitação anticapitalista no ato.

    - Dilma e PT são traidores! Pelo governo direto dos trabalhadores!

    - Chega de chacina, polícia assassina!

    - Só vai ter revolução agrária com aliança camponesa e operária!

    - Você já sabe, não é segredo, a polícia só mata jovem negro!

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